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Escândalo do INSS

20 DE FEVEREIRO DE 2026

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Depoimento de Daniel Vorcaro, do Banco Master, é antecipado para a segunda (23)

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) quer ouvir o banqueiro sobre contratos de empréstimos consignados do Master que teriam sido suspensos pelo INSS por falta de comprovação da anuência dos aposentados

Por: Da Redação

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O depoimento do empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, foi antecipado para a próxima segunda-feira (23), às 16 horas, no Senado Federal.

O presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), fez o anúncio hoje pela manhã.

Assim, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) quer ouvir o banqueiro sobre contratos de empréstimos consignados do Master que teriam sido suspensos pelo INSS por falta de comprovação da anuência dos aposentados.

Prioridade

Inicialmente previsto para o dia 26, o depoimento foi remarcado, segundo o parlamentar, para garantir prioridade aos trabalhos da CPMI.

“Cujo foco central é a investigação das irregularidades envolvendo empréstimos consignados e os prejuízos causados a viúvas, órfãos e aposentados do INSS”.

Segundo Viana, a CPMI seguirá com “firmeza, responsabilidade e celeridade, colocando a verdade acima de qualquer disputa política e a justiça acima de qualquer interesse circunstancial”.

Outros depoimentos

Assim, no último dia 5, a CPMI ouviu o depoimento do presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior.

Dessa maneira, ele explicou porque a instituição decidiu não renovar o contrato do Banco Master com o INSS para empréstimos consignados.

Portanto, dos 324 mil contratos de crédito com aposentados, 251 mil não possuíam os documentos exigidos.

“Verificando a quantidade de reclamação dos nossos segurados, entendemos por bem não renovar o acordo de cooperação técnica em 18 de setembro, muito antes de liquidação de Master”, disse.

Além disso, o presidente do INSS acrescentou que pediu aos representantes do Banco Master para ver os contratos de empréstimos consignados.

Isso porque eles não tinham protocolos no sistema pelo banco.

“Quando mostrou esses contratos, não tinha os elementos mínimos pra gente fazer o controle: não tinha o valor emprestado, taxa de juro, custo efetivo”, explicou.

“E pior: a assinatura, que era uma assinatura eletrônica do nosso segurado, não era acompanhada do QR code”.

Ou seja, “aquilo com que você consegue certificar que a assinatura era daquela pessoa.”

Fontes: Agência Câmara de Notícias e Agência Brasil – Paula Laboissière

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